quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Sustentabilidade: Plante Árvore Nativa

Todo dia é um bom dia para você fazer a sua parte. 
Plante uma árvore nativa.

Aqui estão alguns dos motivos para você plantar não uma, mas várias árvores, e ajudar a natureza! 
Regularidade do clima; 
Redução da poluição atmosférica; 


Redução da velocidade dos ventos; 
Melhoria das condições acústicas; 


Melhoria do ciclo hidrológico (melhor regularidade de chuvas); 
Melhoria das condições do solo urbano; 
Melhoria em opções de recreação e lazer em parques, praças e jardins valorização dos imóveis; 
Embelezamento das cidades; 
Aumento da diversidade e quantidade da fauna nas cidades, especialmente de pássaros, as árvores nas cidades são habitat para inúmeras espécies de aves.


Árvore Angelim
 Nome popular: Angelim de morcego, Angelim amargoso, Angelim pedra, Angelim do campo
 Nome cientifico:     Andira anthelmia
 Família: Fabaceae Faboideae

Características Morfológicas
 Árvore: médio porte, 14 a 18 metros de altura.
 Tronco de 60-90 cm de diâmetro.
 Folhas imparipinadas, folíolos de 10 cm 


Flores com belíssima floração entre roxo e rosa, que dura poucos dias.
Fruto redondo, 4 a 6 cm diâmetro, verde e duro, mesmo quando maduro.
Semente redonda, 3 a 5 cm diâmetro.
Floração e frutificação: Floresce em Julho a Agosto, os frutos permanecem na arvore muitos meses, caindo um pouco antes da floração.
 Uso Árvore própria para arborização urbana.
 Importante na produção de mel.
 Os frutos são atrativos para os animais, como mamíferos terrestres e morcegos.
 Ocorrência é encontrada normalmente na Mata Atlântica.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O Projeto Cheirinho de Mato no Programa Viva Mais da TV Atalaia

O Projeto de Educação Ambiental Cheirinho de Mato, do Colégio Arquidiocesano, foi destaque no Programa Viva Mais da TV Atalaia. A jornalista Karine Andrade conversou com os alunos que participavam de uma oficina sobre Árvores Nativas com o professor José Bezerra no laboratório do projeto, que é referência em educação ambiental no país.

Oficina Árvores Nativas
O projeto Cheirinho do Mato tem a proposta de integrar crianças, jovens e adultos e conscientizá-los sobre a necessidade de mudar determinadas posturas diante do meio ambiente. O trabalho atinge também universidades, escolas públicas e particulares, através de oficinas e aulas de campo.
 Fotos da entrevista:

Alunos plantando Árvore Nativa Angelim

Alunos plantando a Árvore Nativa Pau Ferro



O professor José Bezerra explicando a importância da Árvore Nativa 

A jornalista Karine Andrade entrevistando os alunos

A equipe técnica do Programa Viva Mais, a turminha da professora Nailde Lemos, a coordenadora Carisse Cardoso e o prof. José Bezerra.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Oficinas no Cheirinho de Mato: Programa “Que bicho é esse? Que árvore é essa?” Bicho: Gambá

Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.

Gambá
ORDEM: Didelphimorphia
FAMÍLIA: Didelphidae
NOME POPULAR: Gambá
NOME EM INGLÊS: Opossum
NOME CIENTÍFICO: Didelphis sp


DISTRIB. GEOGRÁFICA: Sudeste do Canadá ao sul da Argentina
HÁBITOS ALIMENTARES: Onívoro
REPRODUÇÃO: Gestação de 12 a 14 dias
PERÍODO DE VIDA: de 2 a 4 anos
HABITAT: Floresta


O gambá possui um líquido fétido produzido por glândulas odoríferas que é utilizado como meio de defesa quando perturbado. Outra estratégia para escapar dos perigos é o comportamento de fingir-se de morto até que o atacante desista. Alguns gambás são imunes ao veneno de serpentes, incluindo as jararacas, cascavéis e corais, podendo atacá-las e ingeri-las. A maioria das espécies possui hábitos noturnos e uma dieta onívora, que pode incluir frutos, artrópodes, nectar e pequenos vertebrados.



Estes marsupiais podem pesar até 3Kg. Apresentam garras em todos os dedos, exceto no dedo opositor das patas posteriores usado para agarrar e escalar galhos. Apresentam vibrissas (pelos sensoriais) bastantes desenvolvidas. A cauda é geralmente longa e preênsil.



A fêmea possui uma bolsa marsupial, onde se alojam os filhotes que nascem prematuros após um curto período de gestação, e ficam fixos as mamas até completarem seu desenvolvimento. Os filhotes mais velhos podem ser transportados nas costas da mãe. Além das áreas de mata que habitam, ocorre também em regiões próximas a habitações humanas, entrando em chácaras, quintais... e até mesmo sobrevive em grandes centros urbanos. São ainda confundidos por vezes com o cangambá ou zorrilho, mas, apesar de algumas semelhanças, este não é um marsupial, mas sim um carnívoro da família Mephitidae, também possuidor de glândulas capazes de lançar um forte odor como defesa. Nem parentes próximos eles são.


As espécies de marsupiais são importantes na dinâmica das comunidades da mata atlântica. Alguns desses animais, como o gambá (Didelphis aurita), a cuíca-lanosa (Caluromys philander) e a cuíca (Micoureus travassosi), são eficientes dispersores de sementes. O gambá pode até atuar como controlador das populações de roedores silvestres.
Fonte: Zoológico de São Paulo
Fotos:Prof. José Bezerra Neto
IMPORTANTE:
A mãe desses belíssimos filhotes foi morta a pedradas e dos 9 (nove) filhotes apenas 2 (dois) sobreviveram e foram devolvidos ao seu ambiente.

Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Sustentabilidade: Consumo infantil não é brincadeira


O Ministério do Meio Ambiente (MMA) acaba de lançar uma cartilha muito interessante sobre consumo sustentável voltada para o aprendizado das crianças. Chama-seConsumismo infantil: na contramão da sustentabilidade, é fartamente ilustrada e tem uma linguagem leve e didática. Mesmo publicado praticamente no final do ano letivo, o material deve ser muito e útil para educadores e também para os pais. De qualquer forma, o MMA, junto com o Ministério da Educação e a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) prometem distribuir quase 100 mil cartilhas em todo o país, no início de 2013. Mas você pode fazer o download gratuito, no final deste post. Quem sabe sirva até para publicitários e marqueteiros inteligentes e sensíveis, já que o público infantil tem sido alvo preferido e fácil da propaganda nos últimos anos.
Além de apresentar formas mais adequadas de abordar a criançada na hora de falar do assunto, a cartilha também traz dados preocupantes. Um deles é uma pesquisa realizada com menores delinquentes internados na Fundação Casa São Paulo, dando conta de que o acesso rápido ao consumo, independência e prestígio é o grande combustível que induz aos delitos.
O texto – preparado sob orientação do Instituto Alana, que se dedica às alternativas para garantir os direitos das crianças – parte do princípio de que ninguém nasce consumista: o consumismo é hábito adquirido e traz problemas para a sustentabilidade. Aborda temas como os perigos dos excessos, como o do consumo de alimentos industrializados – com consequente aumento da obesidade infantil – e no tempo gasto pelos jovens diante do aparelho de TV que despeja informação de incentivo ao consumo desenfreado. Segundo o Ibope, são mais de 5 (cinco!) horas diárias.
A publicação é uma boa oportunidade para perceber que não adianta apenas ensinar seu aluno ou seu filho a apagar a luz quando sair da sala ou escovar os dentes com a torneira fechada. Ele também deve ser educado para entender que os produtos de que dispõe no seu cotidiano – grande parte deles supérfluos e dispensáveis – consomem recursos naturais que precisam ser preservados.
Por outro lado, a família e a escola também devem mostrar ao jovem exemplos práticos de que estão fazendo a sua parte ao aderir ao consumo consciente. Talvez esse seja o capítulo mais complicado da história.
Fonte: Planeta Sustentável, Afonso Capelas Jr.