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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Catálogo eletrônico: Aves do Brasil, reunidas na tela do seu computador

O tucano corre risco de extinção? O pardal é uma espécie invasora? Navegue pelo aplicativo Aves do Brasil – uma parceria do Planeta Sustentável com a Nova Escola – e descubra essas e muitas outras curiosidades a respeito de mais de 300 espécies nativas e estrangeiras que vivem nos seis biomas brasileiros.


O aplicativo Aves do Brasil, desenvolvido em 2010 pelo Planeta Sustentável para smartphones e tablets, acaba de ganhar uma versão gratuita para computador. Agora, você pode consultar o catálogo eletrônico no seu PC e descobrir uma porção de curiosidades a respeito de mais de 300 espécies de aves, nativas e estrangeiras, que vivem nos biomas brasileiros Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa, Caatinga e Pantanal.

Você sabia, por exemplo, que o tucano está em extinção no Brasil? Ou fazia ideia de que, apesar de viver em todo o território do nosso país, o pardal é uma espécie invasora que veio do Oriente Médio? Essas e muitas outras curiosidades você descobre ao navegar no aplicativo de computador Aves do Brasil, que é uma parceria do Planeta Sustentável com o site da Nova Escola.

E o mais bacana é que, além de pesquisar pelo nome popular ou científico das aves, você pode procurá-las no app por características físicas, como tamanho, formato do bico e cor das penas. Já pensou que legal descobrir o nome daquele pássaro preto, com rabo em formato de tesoura e bico curto, que sempre pousa na sua janela?

A adaptação do aplicativo Aves do Brasil para computador visa ampliar o acesso ao seu conteúdo, sobretudo nas escolas. Que tal sugerir para a sua professora o uso do app nas aulas de Ciências? É uma maneira diferente e divertida de aprender!

E prepare-se, porque o aplicativo é, apenas, a primeira de uma série de iniciativas a respeito das aves brasileiras que serão lançadas ao longo do ano. A próxima é um jogo de cartas, semelhante ao "Super Trunfo": o Desafio das Aves. Fique de olho!

*Aplicativo Aves do Brasil no computador
Confira, também, a versão do aplicativo para smartphones e tablets.
Fonte: Débora Spitzcovsky, Planeta Sustentável.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Oficinas no Cheirinho de Mato: Programa “Que bicho é esse? Que árvore é essa?” Bicho: Gambá

Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.

Gambá
ORDEM: Didelphimorphia
FAMÍLIA: Didelphidae
NOME POPULAR: Gambá
NOME EM INGLÊS: Opossum
NOME CIENTÍFICO: Didelphis sp


DISTRIB. GEOGRÁFICA: Sudeste do Canadá ao sul da Argentina
HÁBITOS ALIMENTARES: Onívoro
REPRODUÇÃO: Gestação de 12 a 14 dias
PERÍODO DE VIDA: de 2 a 4 anos
HABITAT: Floresta


O gambá possui um líquido fétido produzido por glândulas odoríferas que é utilizado como meio de defesa quando perturbado. Outra estratégia para escapar dos perigos é o comportamento de fingir-se de morto até que o atacante desista. Alguns gambás são imunes ao veneno de serpentes, incluindo as jararacas, cascavéis e corais, podendo atacá-las e ingeri-las. A maioria das espécies possui hábitos noturnos e uma dieta onívora, que pode incluir frutos, artrópodes, nectar e pequenos vertebrados.



Estes marsupiais podem pesar até 3Kg. Apresentam garras em todos os dedos, exceto no dedo opositor das patas posteriores usado para agarrar e escalar galhos. Apresentam vibrissas (pelos sensoriais) bastantes desenvolvidas. A cauda é geralmente longa e preênsil.



A fêmea possui uma bolsa marsupial, onde se alojam os filhotes que nascem prematuros após um curto período de gestação, e ficam fixos as mamas até completarem seu desenvolvimento. Os filhotes mais velhos podem ser transportados nas costas da mãe. Além das áreas de mata que habitam, ocorre também em regiões próximas a habitações humanas, entrando em chácaras, quintais... e até mesmo sobrevive em grandes centros urbanos. São ainda confundidos por vezes com o cangambá ou zorrilho, mas, apesar de algumas semelhanças, este não é um marsupial, mas sim um carnívoro da família Mephitidae, também possuidor de glândulas capazes de lançar um forte odor como defesa. Nem parentes próximos eles são.


As espécies de marsupiais são importantes na dinâmica das comunidades da mata atlântica. Alguns desses animais, como o gambá (Didelphis aurita), a cuíca-lanosa (Caluromys philander) e a cuíca (Micoureus travassosi), são eficientes dispersores de sementes. O gambá pode até atuar como controlador das populações de roedores silvestres.
Fonte: Zoológico de São Paulo
Fotos:Prof. José Bezerra Neto
IMPORTANTE:
A mãe desses belíssimos filhotes foi morta a pedradas e dos 9 (nove) filhotes apenas 2 (dois) sobreviveram e foram devolvidos ao seu ambiente.

Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Que Bicho é esse? Que Árvore é essa? Bicho:Urubu

A maneira como nos relacionamos com o meio ambiente define a nossa qualidade de vida. Pensando nisso o Projeto Cheirinho de Mato implantou o Programa Que Bicho é esse?  Que Árvore é essa? que tem como objetivo principal popularizar espécies da fauna e flora nativa. Esses animais e árvores, na sua maioria, são pouco conhecidos e os livros didáticos, via de regra, não têm o hábito de divulgá-los, dando preferência a girafa, elefante, tigres ou leões que são animais de outros países. Divulgar a fauna e flora nativa é muito importante, já que conhecendo melhor nossas espécies nativas de Sergipe, também algumas da fauna brasileira ameaçadas de extinção as pessoas terão mais consciência para protegê-las.


Saiba mais: Urubu não sabe caçar
Ao contrário das aves de rapina, como as águias, o urubu tem garras tão pequenas que não servem para caçar. Por isso, ele precisa comer animais atacados e mortos por outros predadores.

NA HORA DA FOME

Isso não quer dizer que ele não goste de comida fresca. Ao avistar ninhos descuidados, ele não hesita em comer os filhotes ou os ovos. Se faltar carne fresca ou podre, ele sai em busca de sementes e frutas.

COMIDA À VISTA
Para encontrar a refeição, os urubus contam com olfato e visão apurados. São capazes de ver um bicho morto a 3 mil metros de altura e de sentir o cheiro da carniça a 50 quilômetros de distância. Aí, ficam voando em círculos e planando até terem certeza de que o local está seguro para pousarem e se alimentarem com calma! O hábito de comer carniça pode ser bem nojento, mas é importante para a natureza. Ao ingerir restos de outros bichos, ele elimina do meio ambiente a matéria orgânica em decomposição e ajuda a evitar doenças em humanos.

AVE FAXINEIRA
Os urubus vivem até 16 anos e podem ser encontrados em florestas e desertos de quase todo o mundo. Hoje eles também moram nas cidades e, com certeza, você já deve ter visto um voando por aí. Nesses locais, eles fuçam o lixo e comem restos de comida. E, em vez de árvores, constroem o ninho no alto dos prédios.

BICHO ESQUISITO
Como não consegue transpirar, o urubu usa uma estratégia bem nojenta para evitar que a temperatura do corpo suba muito. Ele faz coco e xixi nas próprias penas (eca!). O cheiro fedorento também ajuda a afastar os predadores. Quando estão no chão e se sentem ameaçados, eles vomitam para perder peso e alçar voo mais rápido!

VOCÊ SABIA QUE…
…o urubu é mais limpo do que um rato e não transmite doenças? O suco gástrico da ave é tão forte, que mata todas as bactérias dos alimentos podres que ele come.
... este bicho tem um hábito bem esquisito para arrumar namorada? O macho vomita o que come e dá à fêmea para provar que gosta muito dela!
... os urubus não têm penas na cabeça? Do contrário, elas ficariam sujas de sangue e atrairiam insetos, causando doenças no animal.

Consultoria: Guilherme Domenichelli, biólogo, apresentador dos programas Como cuidar do seu Melhor Amigo e Passei Animal (TV Rá Tim Bum) e autor do livro Girafa tem Torcicolo?
Fonte: Shirley Paradizo, Revista Recreio.
Foto: Baixaki

domingo, 18 de novembro de 2012

Animais e Plantas: Todo cuidado com as espécies invasoras é pouco!

Muitos bichos e plantas nascem em um lugar, mas acabam indo para outro. E, quando chegam a novas regiões, querem dominá-las e podem até levar as espécies nativas à extinção. Todos devem ficar atentos para não aumentar o problema

Espécies nativas são todos os exemplares animais e vegetais que se desenvolveram e evoluíram num certo ambiente. A Mata Atlântica, por exemplo, é composta por espécies que têm milhões de anos de evolução num mesmo local, por isso, chegaram a um equilíbrio, ou seja, aprenderam a compartilhar recursos disponíveis como espaço, água e nutrientes do solo. Ninguém briga por causa disso.


Já as espécies exóticas (invasoras) funcionam de forma bem diferente. Elas são naturais de uma região, mas passam a viver em outra por diversos motivos que veremos a seguir e causam desequilíbrios e queda na biodiversidade. “O problema é que elas não vêm para conviver, mas para dominar”, diz Sílvia Ziller, doutora em Conservação da Natureza e diretora-executiva e fundadora doInstituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental.


Eles passam de um local para o outro principalmente por causa do comércio global e do transporte de espécies de um canto para outro dentro do mesmo país. A goiabeira é nativa do México e da América Central, mas é encontrada em abundância no noroeste do Paraná, no Brasil. Mesmo as espécies brasileiras podem causar problemas porque se tornam exóticas quando não pertencem ao ambiente em que estão. É o caso do sagui, típico no nordeste, mas que constitui população expressiva em São Paulo e no Rio de Janeiro por causa do tráfico de animais. Os macaquinhos também são encontrados em Florianópolis e Curitiba onde comem ovos, pássaros e destroem os ninhos, além de se reproduzirem em grandes quantidades.


As plantas ornamentais, usadas para enfeitar jardins e casas, representam boa parte desse movimento de seres vivos que invadem novos ambientes: uma a cada quatro unidades é uma planta ornamental que alguém achou bonito e resolveu levar para casa e cultivar ou vender.



As espécies nativas são naturalmente suscetíveis a doenças locais e a outras condições que estabelecem equilíbrio. Por exemplo, se uma árvore produz muitas sementes, existem muitos bichinhos que as comem e mantém tudo no devido lugar. O mesmo não acontece com o que é original de outros lugares e, ao chegar em ambientes novos e fazer dele sua nova casa, não tem inimigos naturais, por isso, cresce muito facilmente. Esses animais e plantas são considerados invasores porque se reproduzem mais do que as espécies nativas e são agressivos a ponto de expulsar essas espécies que estavam ali há muito tempo.


Mas não precisa pensar que os tais invasores são bichos feiosos, com unhas afiadas e a cara de mau. É grande a variedade que engloba até mesmo flores, cachorros e gatos fofinhos. Quando seus donos não desistem de cuidar desses animais domésticos e os abandonam na rua, eles passam a caçar lagartixas e passarinhos que vão desaparecendo do local. E como ficam os outros bichos que também se alimentavam deles?


Tartaruga Tigre d'água: bonitinha, mas invasora
“As pessoas nunca devem soltar animais de estimação na natureza. Eles devem ir para o zoológico, voltar para o pet shop ou serem doados para alguém que goste e cuide do bichinho”, explica Sílvia. Uma espécie invasora bem comum é uma tartaruguinha conhecida como Tigre d’água (ela ilustra esta reportagem), natural dos Estados Unidos, mas muito encontrada por aqui.Em geral, ela é vendida bem pequena, com 5 centímetros, mas cresce, atinge cerca de 25 centímetros e não cabe mais no aquário. Aí as pessoas soltam o animal na água. “Trata-se de um grande competidor de espécies nativas que causa danos ao meio ambiente”.


COMO VOCÊ PODE AJUDAR
O primeiro passo, que vem antes da recomendação de não soltar os bichinhos na natureza e nas ruas, é escolher melhor quais espécies serão introduzidas e disseminadas em determinada região. Uma ferramenta que irá ajudar a combater esse problema está sendo desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente, uma análise de risco que será inserida em um programa nacional para conter essas pragas.


Outras medidas são a educação e a informação pública para as pessoas saberem que esses problemas existem e que a grande contribuição é não ajudar a espalhar tais espécies em locais impróprios. “Mesmo nos cursos de Biologia, os estudantes têm pouca informação sobre o assunto. Então, muita gente acaba plantando coisa errada e devolvendo animais para a natureza de maneira inadequada por falta de informação”, conta Sílvia.


De acordo com a pesquisadora, as espécies invasoras têm principal impacto negativo na biodiversidade, mas também prejudicam a saúde humana, a cultura e a economia. “Estima-se que, em termos mundiais, os prejuízos agrícola, de saúde e no meio ambiente sejam de US$5 trilhões, ou seja, 5% do PIB - Produto Interno Bruto (a soma da riqueza de um país) mundial”.

Fonte: Manoella Oliveira, Planeta Sustentável, foto da tartaruga: Rafael Campos.
Fotos: Oficias no Projeto Cheirinho de Mato com o prof. José Bezerra. 


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O Macaco Guigó

A Educação Ambiental no Projeto Cheirinho de Mato, autoria e execução do professor José Bezerra, além de tratar de assuntos relacionados à proteção e uso racional dos recursos naturais como o solo, o ar, a água, a flora e a fauna, ensina princípios e práticas que possibilitam a construção de um mundo sustentável, fazendo com que cada vez mais pessoas conheçam essas espécies e os riscos que elas correm e se disponham a tomar atitudes cotidianas para proteger nossas plantas e animais.

 O Macaco Guigó, animal da fauna sergipana  é a  mascote do Projeto Cheirinho de Mato.



Guigó de Sergipe ou Macaco Guigó

Classificação Zoológica e Descrição
Família: Pitheciidae
Gênero: Callicebus
Espécie: Callicebus coimbrai
Nome Popular: guigó-de-coimbra-filho, guigó de sergipe
Tamanho do Corpo: Comprimento cabeça-corpo= 343-360mm; Comprimento cauda= 453-484mm.
Peso: 1.003-1.030g}
Descrição: fronte, coroa e orelhas negras, corpo amarelado e cauda laranja. Costeletas, bochechas, parte posterior da cabeça e nuca de coloração amarela clara. Metade anterior do dorso com padrão listrado. Este primata vive em grupos familiares parecidos com famílias humanas: pai, mãe e filhos. O pai participa intensamente na criação dos filhos. Os filhos deixam o grupo após chegar à idade adulta. Típico para guigós é o canto do grupo que avisa aos vizinhos da ocupação do território e ele pode ser ouvido a centenas de metros de distância e alimentam-se de frutas, folhas e insetos.

Em meados de 1999, com o trabalho dos Biólogos e Pesquisadores S. Kobayashi e Alfredo Langguth, foi descoberta uma nova espécie de primata, a mais recente dos últimos tempos, callicebus coimbrai, mais conhecida como macaco guigó. A espécie é encontrada em reduzidos remanescentes de mata no norte da Bahia e em Sergipe.
Atualmente o macaco guigó é considerado uma das espécies de primatas mais ameaçadas em todo o continente americano e está entre as dez espécies consideradas “criticamente em perigo” pela Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN).
A crescente extinção do macaco vem se dando devido ao corte de madeiras, a caça e a poluição, caracterizando a destruição de seu habitat natural, reduzindo ainda mais a qualidade de seu habitat remanescente e o declínio de suas populações.

Fonte:Instituto Amuirandê


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Comemoração Internacional - Dia dos Animais: eles também merecem respeito

Na próxima quinta-feira, 04/10, comemora-se em todo o mundo o Dia dos Animais. Criada na década de 30, a data tem por objetivo mostrar aos seres humanos a importância de protegermos e respeitarmos todos os tipos de bichos. Você tem feito sua parte?


Você já ouviu falar em São Francisco de Assis? Ele foi um frade que viveu na Itália no século XI e ficou conhecido como o santo protetor dos animais pela forma como tratava os bichinhos. Sabia que ele chegou a comprar pássaros engaiolados só para soltá-los e vê-los voar em liberdade novamente? 


São Francisco de Assis morreu em 03 de outubro de 1226, mas foi sepultado, apenas, no dia seguinte e por isso, séculos depois, na década de 1930, defensores dos animais reunidos durante um congresso internacional sobre o tema decidiram proclamar 04/10 como o Dia Mundial dos Animais, em homenagem ao padroeiro dos bichos


Mais do que celebrar a existência dos animais e a função fundamental que cada um deles tem no planeta - desde os mais pequeninos, como as aranhas, até os maiores, como a girafa -, a data é um convite para refletirmos a respeito da forma como temos tratado os bichos. Afinal, infelizmente, ainda tem muita gente por aí que pensa que os animais são objetos que existem para suprir as necessidades dos seres humanos e não é bem assim. 


Hoje em dia, é comum: 
- bichos silvestres - como o mico-leão-dourado e a arara - serem caçados e traficados no mercado negro por pura ganância; 
- animais selvagens serem mortos para fazer casacos de pele ou outros artigos supérfluos para os seres humanos; 
- touros e galos, entre tantas outras espécies, serem maltratados em nome do "entretenimento" e do "esporte"; 
- animais domésticos serem abandonados quando "perdem a graça" ou dão muito trabalho aos seus donos. 


Mas, apesar de comum, nada disso é certo e todos nós podemos fazer nossa parte para mudar essa realidade:
- Se você souber de alguém que vende, ilegalmente, espécies silvestres, denuncie;
- Se presenciar maus-tratos a algum bichinho, também coloque a boca no trombone; 


- Procure saber a procedência das coisas que compra. Se o tênis que você curtiu, por exemplo, foi feito de couro animal, pense duas vezes antes de comprá-lo;
- Não frequente circos e zoológicos, se você souber que esses locais estão maltratando seus animais; 


- Jamais pegue um bichinho de estimação, se você não tiver estrutura em casa para cuidar dele;
- Se não puder mais mantê-lo, não o abandone na rua. Procure um novo lar;
- Se estiver pensando em ter um bicho de estimação, adote ao invés de comprar. 


Respeitar e cuidar bem dos nossos animais também é essencial em um mundo mais sustentável! Vamos juntos nessa empreitada?

Fonte: Débora Spitzcovsky, Planeta Sustentável
Fotos: Prof. José Bezerra





quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Prêmio Educar-SE 2012: Projeto Cheirinho de Mato recebeu o Prêmio de melhor Projeto de Educação Ambiental


O Colégio Arquidiocesano foi citado em três categorias no Prêmio Educar-SE 2012, e recebeu o prêmio de melhor Projeto de Educação Ambiental com Projeto Cheirinho de Mato, prof. José Bezerra, na categoria “Ao Mestre com Carinho” representado pelo professor Fritz Radtke Barreto, e de “Coordenadora de Eventos/Escola com o Núcleo de Apoio à Cultura, coordenado pela professora Angeline Isabel Piovesan. Parabéns aos nossos mestres que foram reconhecidos pelo seu talento e dedicação na difusão do conhecimento. A festa de entrega do Prêmio Educar-SE 2012, aconteceu na quarta-feira, dia 19 de setembro, no Teatro Atheneu. Informações, acesse http://www.educar-se.com/v3/

Fonte: Colégio Arquidiocesano


sábado, 14 de julho de 2012

Sustentabilidade: O passaporte verde

Viajar nas férias é bom. Mas se, além de se divertir e conhecer novos lugares, pessoas e culturas, você souber não deixar grandes pegadas ecológicas no destino onde escolheu ir, melhor ainda. Pensando nisso, esta semana o governo federal lançou uma campanha de incentivo ao turismo sustentável. Junto com ela, publicou o guia prático Passaporte Verde, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que já havia elaborado algo semelhante na França.


Trata-se de uma iniciativa global do Pnuma com o objetivo de estabelecer novas e preciosas regras de responsabilidade socioambiental para que turistas do mundo inteiro saibam usufruir sem destruir. Algumas regras simples do Passaporte Verde para os viajantes:

- Ligar o ar condicionado com portas e janelas fechadas. Ventiladores apenas quando necessário;

- Apagar as luzes e desligar os equipamentos do ambiente ao sair;
- Recolher todo o lixo produzido e separar materiais recicláveis de restos orgânicos;
- Na praia, utilizar protetor solar resistente à água para não poluir o mar e prejudicar a fauna marinha;
- Não retirar plantas, nem levar lembrancinhas da paisagem natural para casa;
- Não comprar animais silvestres em hipótese alguma;
- Ajudar na educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade de disseminar essa atitude responsável.
No guia há dicas também para proprietários de hotéis e pousadas, como diminuir o impacto ambiental respeitando o ambiente natural na hora de fazer novos projetos de construção e reduzir o consumo de energia elétrica e de água treinando funcionários para que economizem no uso desses recursos.
Particularmente acho um exagero trocar toalhas diariamente em hotéis, como é hábito corriqueiro na maioria deles. Ninguém faz isso em casa, então porque fazer fora dela?
Clique aqui para acessar todo o conteúdo do Passaporte Verde. E faça uma viagem do bem, para você e para o lugar que visitar.

Leia também


Fonte: Afonso Capelas Jr, Planeta Sustentável


sábado, 30 de junho de 2012

Mais 250 espécies entram na categoria de ameaçadas


Beija-flor, Foto: Prof.José Bezerra, Parque Nacional de Boa Nova - Ba
Quase 250 espécies foram acrescentadas às categorias de ameaçadas – ou seja, vulneráveis, ameaçadas e criticamente ameaçadas – na atualização deste ano da Lista Vermelha da União Internacional Para a Conservação da Natureza.
As 247 adições, que incluem 60 espécies de pássaros, levam a lista para perto de 20.000. No entanto, os dados da Lista Vermelha apenas avaliam 4 por cento das espécies conhecidas no mundo. Os cientistas não sabem o que ocorre com os outros 96 por cento.
“É imperativo expandir tanto o número como a diversidade das espécies na Lista Vermelha, para termos um entendimento claro de nosso impacto sobre o mundo natural,” disse Richard Edwards, chefe da Wildscreen, uma empresa que trabalha em conjunto com a União para divulgar a questão.
A lista deste ano inclui a adição das cobras do leste da Ásia, uma atualização sobre os pássaros e dois primatas a mais na categoria criticamente ameaçados, a mais severa antes da extinção.
Até hoje, a Lista Vermelha avaliou 63.837 espécies, incluindo quase todos os pássaros, mamíferos e anfíbios do mundo. Um quarto dos mamíferos, 13 por cento dos pássaros e uma chocante taxa de 41 por cento dos anfíbios do mundo estão no momento ameaçados de extinção. No total, 31 por cento das espécies correm este risco, informa o Mongabay.
Fonte: Planeta Urgente, Planeta Sustentável

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Campanha de Educação Ambiental

Sempre que se aproximam as festas juninas, surge, junto com elas, a preocupação com os danos causados ao meio ambiente e à saúde das pessoas, por conta do desmatamento e da fumaça, em virtude da tradição de queimar fogueiras.
Sabemos que a cultura do nosso povo deve ser preservada, mas entendemos que as pessoas precisam se conscientizar de que a queima da madeira neste período junino contribui, consideravelmente, para a destruição da mata nativa, e com o aumento do CO2 na atmosfera, causado pela fumaça, cresce o índice de doenças respiratórias, principalmente em crianças e em idosos.
Por isso, mantenham a tradição, mas sem exageros. Em vez de acenderem várias fogueiras, reúnam amigos e familiares em torno de apenas uma.

Essa Campanha de Educação Ambiental é desenvolvida há 3 anos pelo professor e ambientalista José Bezerra Neto, alerta quanto aos riscos para o meio ambiente e para a saúde.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Projeto de Educação Ambiental do Arqui impressiona alunos da UFS



Estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Sergipe visitaram, semana passada, o projeto de educação ambiental Cheirinho de Mato, do Arquidiocesano Farolândia. Acompanhados pelo professor Adriano Sotero, titular da disciplina Educação e Ética Ambiental, eles conheceram todo o trabalho desenvolvido pelo projeto e ainda participaram de oficinas de educação ambiental com o professor José Bezerra, idealizador e coordenador do Cheirinho de Mato, projeto que é referência em educação ambiental no país.

Foram ministradas oficinas de horta orgânica, viveiro de mudas, reciclagem e reutilização do lixo, e compostagem, uma excelente oportunidade para os alunos da UFS  conheceram de perto atitudes sustentáveis, como o reaproveitamento dos materiais orgânicos para a produção do composto orgânico e de mudas de plantas ornamentais. 

Despertou enorme curiosidade e encantamento a apresentação de  materiais produzidos através da reutilização e reciclagem: botas velhas viram belíssimos jarros, monitores de computador viram lixeiras coloridas de coleta seletiva e ninhos para galinhas e patos. 

“O projeto do Arquidiocesano busca sensibilizar, mudar a concepção e o comportamento das pessoas em relação ao meio ambiente. A Educação Ambiental é um instrumento eficaz de interação entre a sociedade e a natureza. É o caminho para que cada indivíduo mude de hábitos e assuma novas atitudes que levem à diminuição da degradação ambiental”, afirma José Bezerra. 

Há vários anos, o professor Bezerra promove, através do Cheirinho de Mato, oficinas para alunos de escolas particulares, públicas e universidades, além de aulas de campo, arborização de praças e avenidas, reflorestamento da mata atlântica, trilhas na serra de Itabaiana. Os alunos também são incentivados a participar de atividades e manifestações em defesa da natureza. O projeto Cheirinho de Mato mantém parceria com várias instituições. Uma das empresas parceiras fornece alimentos e rações para animais em troca de materiais recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), fornecidos pelos alunos do colégio.

A coordenadora do Arqui Farolândia, Neuza Pinto, ressalta que as constantes visitas feitas ao projeto Cheirinho de Mato, por alunos e professores de outras instituições educacionais, são demonstrações claras dos excelentes resultados colhidos pela proposta de educação ambiental do Arquidiocesano. O Cheirinho de Mato é o maior laboratório de educação ambiental ao ar livre do Brasil.


quinta-feira, 1 de março de 2012

Campanha de Educação Ambiental


O Projeto Cheirinho de Mato aplaude e participa da Campanha desenvolvida no Parque Nacional de Boa Nova - Ba. 
Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Oficinas no Cheirinho de Mato: Programa “Que bicho é esse? Que árvore é essa?”: Animal Jabuti

JABUTI-PIRANGA

ORDEM: Chelonia

FAMÍLIA: Testudinidae

NOME POPULAR: Jabuti-piranga

NOME EM INGLÊS: Red-foot tortoise
NOME CIENTÍFICO: Geochelone carbonaria



DISTRIBUIçÃO GEOGRÁFICA: Norte, nordeste e centro-oeste da América do sul.

HÁBITOS ALIMENTARES: Onívoro.

REPRODUÇÃO: Desova entre 01 e 09 ovos em buracos no solo por postura, que eclodem após 5 a 10 meses de incubação.

PERÍODO DE VIDA: Mais de 80 anos.
HABITAT: Cerrado, bordas de mata e florestas baixas.


Nos desenhos animados, o casco das tartarugas é visto como uma "casa nas costas". Elas conseguem despir o seu casco, e às vezes tem até telefone dentro (lembram-se da "tartaruga Touché", desenho animado de Hanna & Barbera?).


Mas na realidade isso não ocorre. O casco, na verdade, é uma estrutura ossificada que surgiu a mais de 200 milhões de anos atrás, nos antepassados dos quelônios, como forma de proteção contra predadores.



A coluna vertebral e costelas desses répteis estão fundidas à carapaça, que é a parte dorsal do casco (a parte ventral é denominada plastrão). Portanto, elas não podem "sair de dentro" do casco.



As espécies terrestres, conhecidas como jabutis, são as que têm o casco mais abaulado. No Brasil, existem duas espécies, o jabuti-tinga, Geochelone denticulata, de porte maior e colorido mais claro (tinga, em Tupi, quer dizer branco) e o jabuti-piranga, Geochelone carbonaria, de porte menor e, geralmente, com escamas avermelhadas (piranga, em Tupi, quer dizer

vermelho).

Caçar, Comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.


Fonte: Zoológico de São Paulo