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quinta-feira, 27 de junho de 2013

IV Encontro Sergipano de Educação Ambiental


PROGRAMAÇÃO E CRONOGRAMA
Dia 16. 07.2013
18h30 – Cerimônia de Abertura
19h00 - Conferência de Abertura:
Tema: Sustentabilidade, consumo e cidadania.
Conferencista: Profª. Drª. Michèle Sato (Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso / GPEA)
Coordenadora: Profª. Drª. Maria Inêz Oliveira de Araújo (NPGED-GEPEASE-SALA VERDE/UFS)
Dia 17/07/2013
8h30-Tela Verde
9h00 Mesa-Redonda: EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE.
Palestrantes:
Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio (UFPB/PRODEMA-PB)
Profª. Drª. Sônia Meire Santos Azevedo de Jesus (Deptº de Educação/NPGED-UFS)
Prof. Dr. Marcelo Alário Ennes (Deptº de Educação/Campus Itabaiana-UFS/PRODEMA-UFS)
Debatedora: Profª. Drª. Lívia de Rezende Cardoso
15h00: – 18h00 Grupos de trabalhos
Dia 18/07/2013 
8h30 - Tela Verde
9h00 Mesa – Redonda: CONSUMO E CIDADANIA
Palestrantes:
Profa. MSc. Maria  Fátima Maynard Santana (SEMARH)
Profª. Drª. Laura Jane Gomes (Deptº de Engenharia Florestal/PRODEMA-UFS)
Profª. Drª. Sônia Barreto Freire (Deptº de Filosofia/NPGED/PRODEMA-UFS)
Debatedora: Profa. Dr. Myrna Friederichs Landim de Souza (Deptº de Biologia/NPGCIMA-UFS)
15h00 – 18h00 Grupos de Trabalhos
18h30 - Conferência de Encerramento:
Conferencista: Profª. Drª. Rachel Trajber (Educadora Ambiental)
Coordenador: Prof. Dr. Paulo Sérgio Maroti (Deptº de Ciências Biológicas/Campus Itabaiana-UFS)
19/07/2013  
Visitas guiadas (LIMITE DE VAGAS DE 25 PESSOAS PARA CADA) - Pagamento incluso na taxa de inscrição
1- Parque Nacional da Serra de Itabaiana
Saída: 8h 30min
Retorno: 11h 30min
2- APA do Morro do Urubu
Saída: 8h 30min
Retorno: 11h 30min
3- Projeto Cheirinho de Mato
Saída: 14h
Retorno: 17h 

Conferência de encerramento: Sustentabilidade + Educação = Transformação
Oficinas:
1- Jogo do Mercado
    Horário: 8:30min

    M.Sc. Ivanilde Menezes
2- Stop motion
   Horário 8:30 as 12:30 e 14h as 18h

  Profa. Daniele Santana e Tatiana Ferreira
3- Pegada ecológica
    Horário 8:30 as 12:30 e 14h as 18h
     M. Sc. Thiago Roberto Vieira e M.Sc. Waldson Costa
4- Biomapa
    Horário 8:30 as 12:30 e 14h as 18h
    M. Sc. Adriano Sotero
5- A atuação do pelotão ambiental como ferramenta de Educação Ambiental
    Horário 8:30 as 12:30 e 14h as 18h
    Cristiano Cunha Costa e Priscila Aragão do Nascimento Maia

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Arquidiocesano: Programa de Sustentabilidade


Coletor de Óleo de Cozinha usado no Arqui Centro
 Coleta de Óleo de Cozinha usado
O Projeto de Educação Ambiental Cheirinho de Mato, do Colégio Arquidiocesano, através do seu Programa de Sustentabilidade, possui em cada coordenação das unidades Centro e Farolândia um posto de coleta de óleo de cozinha usado, onde recebe principalmente o óleo usado nas residências dos alunos. 


Coletor de Óleo de Cozinha usado no Arqui Farolândia
Todo óleo coletado é trocado por produtos de limpeza e doado a instituições de caridade.
Entregue seu óleo usado e ajude você também a proteger o meio ambiente.

sábado, 11 de maio de 2013

DIA DAS MÃES: A melhor mãe do mundo animal

Jacaré-do-pantanal (Caiman yacare): a mãe cuida de dezenas de filhotes.
Ser mãe é uma conquista para qualquer espécie. O nascimento de um filho significa a continuação da linhagem genética da família e as fêmeas fazem de tudo para garantir a sobrevivência da prole: arranjam comida, lutam contra predadores, cuidam de filhotes de outras mães e, em casos extremos, dão a própria vida para assegurar o futuro da próxima geração. Então, quem seria a melhor mãe do mundo animal?

As emas só querem saber da parte menos trabalhosa. Várias fêmeas se reproduzem com o mesmo macho, colocam os ovos em um ninho e deixam a ninhada de até 40 filhotes aos cuidados de um pai solteiro. Elas saem para nunca mais voltar.

Já as fêmeas do jacaré-do-pantanal são superprotetoras. Colocam seus ovos em uma toca e ficam de guarda, dia após dia, pelos próximos três meses. No início da estação seca os filhotes começam uma tarefa árdua: quebrar a casca do ovo. É um trabalho extremamente difícil, e quando os pequenos conseguem sair já estão exaustos. Expostos e sozinhos, eles parecem presas fáceis para qualquer predador. Mas a mãe está sempre por perto. Ela se dirige para a toca e coloca na boca o primeiro filhote. Depois o carrega até a poça mais próxima. E repete esse ritual até que todos os jacarezinhos estejam em segurança na água.

No entanto, a jornada está apenas no começo: a estação da seca avança no Pantanal e a poça em que os jacarés se encontram pode minguar por completo. Filhotes de ninhadas diferentes são reunidos e ficam sob o cuidado de uma única fêmea. Essa mãe sabe o que fazer: é hora de procurar um lago maior.

Durante a caminhada os bebês chamam o tempo todo. Ela então para até estar certa de que todos conseguiram se reagrupar e só depois segue em direção à água. Sem a dedicação dessa fêmea, a maioria dos filhotes não iria sobreviver. O mais impressionante é que a maioria deles pertence a outras mães.

Seja cuidando da prole, fornecendo alimento, ou enfrentando condições extremas, todas as mães são importantes para seus filhos. Afinal, não estaríamos aqui se não fosse por elas.

A todas as mulheres que fazem de tudo por seus filhos desejo um feliz dia das mães.

Fonte:Fábio Paschoal, National Geographic. 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Leonardo Boff fala sobre a Sustentabilidade na Reinvenção da Educação

O filósofo e teólogo Leonardo Boff é um dos grandes destaques da Educar 2013. Com o tema “Sustentabilidade na Reinvenção da Educação na Visão de Um Apaixonado Pelo Criador e Pela Criatura”, Boff irá abordar questões referentes ao meio ambiente a importância da humanidade zelar pelo seu planeta. Como esse debate pode e deve fazer parte da escola? Para responder essa e outras dúvidas conversamos com o palestrante, eu concedeu ENTREVISTA EXCLUSIVA para a equipe do evento. Confira!

Aprender a plantar
Qual é a realidade da educação brasileira com relação ao debate sobre o meio ambiente dentro da escola? E qual é o incentivo que os alunos recebem para que tenham atitudes que prezem pela sustentabilidade?
 Mais e mais as escolas estão despertando para temáticas ligadas à ecologia. A consciência geral na sociedade é muito insuficiente e mesmo no governo, que trata esta questão como uma externalidade, vale dizer, que pode ser sacrificado em nome do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e do progresso imediato. É importante descolar o conceito de sustentabilidade daquele do desenvolvimento. Pois o tipo de desenvolvimento que temos supõe a dominação da natureza e a acumulação ilimitada. Isso é totalmente insustentável. Desenvolvimento sustentável significa atingir um crescimento econômico que seja amplamente compartilhado pela sociedade e que proteja os bens e serviços vitais do planeta. Sustentabilidade é permitir que todos os seres sejam vistos como tendo um valor em si, independentemente do uso humano, zelar para que continuem a existir e que possam ser passados às futuras gerações enriquecidos. A educação supõe transmitir um novo olhar para com a natureza e para com a Terra. Esta é mãe que nos dá tudo o que precisamos. Nossa missão é cuidar dela. Isso implica cuidar de seu sangue que é a água para que seja limpa, de sua pele que é a mancha verde, de sua respiração que é o ar que não pode ser poluído, dos solos onde vivem quintilhões de quintilhões de micro-organismos para que não sejam destruídos pelos agrotóxicos, etc.
  
Aprender sobre compostagem
 O título de sua palestra afirma que a visão a ser apresentada sobre a “Sustentabilidade na Reinvenção da Educação” será a partir dos olhos de um “apaixonado pelo criador e pela criatura”. O senhor poderia explicar em outras palavras esta afirmação?
 Ninguém se engaja pelas questões ecológicas que tem a ver com a vida, com a mãe Terra e com o futuro de nossa civilização se não for tomado pela paixão de amar, cuidar, proteger e defender essa herança sagrada que o universo ou Deus nos legaram. Não basta a razão. Ela é fria e calculista. Precisamos de coração e de afeto. Quer dizer, precisamos resgatar a razão cordial e sensível que é a sede dos valores, da ética e da espiritualidade. Ver em cada criatura a marca registrada de Deus, descobrir as mensagens que cada criatura nos quer transmitir, essa é a singularidade do ser humano, portador de consciência e de inteligência. Esta atitude de encantamento e de respeito diante de cada ser, por insignificante que possa parecer, é urgente hoje, pois maltratamos a natureza e tiramos mais dela do que ela pode repor. Esta estratégia é irresponsável e hostil à vida.

Praticar a coleta seletiva de papel, metal, plástico, vidro,  pilhas e baterias.
 Os professores estão preparados para trabalhar com os alunos questões sobre sustentabilidade?
 Ninguém está preparado porque no processo de formação dos docentes não havia ainda a preocupação ecológica. Ela surgiu mundialmente só a partir dos anos 70 quando se deu o primeiro alarme ecológico com a detectação dos limites da Terra que obrigava a propor limites ao crescimento. Hoje não temos alternativa: ou nos preparamos para um novo modo de habitar o planeta, convivendo com seus limites e com as possibilidades reduzidas dos ecossistemas ou então não teremos futuro. Já construímos uma máquina de morte que nos pode eliminar a todos e agravar profundamente o sistema-vida. Então importa que todos os saberes sejam ecologizados, quer dizer, deem a sua colaboração no sentido de limitar nosso consumismo, respeitar a capacidade de suporte dos ecossistemas e viver uma sobriedade compartilhada. Se respeitarmos a dinâmica na natureza, ela nos dará tudo o que precisamos. Mas precisamos escutar a natureza e conhecer seus mecanismos.

Coleta seletiva de óleo de cozinha usado
 Qual o papel dos pais para que os jovens e as crianças tenham atitudes responsáveis com relação ao meio ambiente e que isto não seja apenas um incentivo da escola?
 A família é fundamental para uma educação ecológica. Pois é na família que os filhos e filhas aprendem os hábitos de cuidar do lixo, da água, das plantas, de não queimar nada, de reduzir o consumo, de reusar e reciclar. Porém, mais do que tudo: é na família que se aprende a ter limites, tarefa principal dos pais. Precisamos hoje de limites na exploração da natureza, limites no consumo, limites nas relações sociais. Devemos buscar a justa medida em todas as coisas. A justa medida é o meio termo entre o mais e o menos, mas aquilo que nos satisfaz e deixa espaço para os outros. No fundo devemos aprender a ser responsáveis por tudo. Isto significa darmo-nos conta das consequências de nossos atos e de nossas palavras para que sejam construtivos e não destrutivos, para que favoreçam a continuidade da natureza, da vida e de nossa civilização. Se não tivermos responsabilidade poderemos conhecer os caminhos já percorridos pelos dinossauros que despareceram após uma grande catástrofe ecológica.

Conhecer para preservar
 Como a tecnologia pode estar inserida neste contexto? E como ela pode ser utilizada como uma ferramenta que incentive a sustentabilidade?
 Grande parte da tecnologia hoje não se orienta pela melhoria da vida, mas para o aumento dos lucros no mercado. Tudo virou commodities, tudo virou mercadoria com a qual se pode fazer dinheiro. 70% da tecnologia atual é tecnologia para fins militares. Podemos destruir toda a vida na Terra por 25 formas diferentes. Então devemos perder o fascínio pela tecnologia. Ela pode ser a grande arma de destruição coletiva. Mas ela pode nos ajudar a curar as chagas da Terra, prolongar a vida humana, tornar mais leve o fardo da existência e facilitar a comunicação entre todos. Mas ela nunca substitui a pessoa humana. Um computador ou um Ipad não estende um braço virtual e nos enxuga uma lágrima ou nos coloca a mão ao ombro para nos dar força. O ser humano solidário e amigo de outro ser humano pode. Hoje, foram desenvolvidas tecnologias que agridem menos a natureza e assim favorecem uma perspectiva ecológica. Mas o que precisamos mesmo não é de novas tecnologias, mas um novo paradigma, vale dizer, uma forma nova de nos relacionar com a Terra e a natureza de tal modo que entremos em sinergia com elas. E aí sim usaremos as tecnologias que nos ajudarão na preservação dos bens e serviços escassos da Terra.

Praticar o 3 Rs
 Qual a importância em levar este debate para um grande evento, como a Educar?
 Hoje encostamos nos limites da Terra. O aquecimento global é a forma como a Terra, superorganismo vivo (chamado Gaia) revela seu estado doentio. Daí se entende os eventos extremos de secas e enchentes, nevascas de grande magnitude e tufões devastadores. O próprio Governo americano, que sempre relutava em aceitar esse fenômeno porque atrapalhava os negócios das grandes corporações, hoje trata o aquecimento global como uma questão de segurança nacional. A educação deve introduzir os estudantes para essa nova fase da Terra e da humanidade. Se nada fizermos poderemos chegar tarde demais e seguir um caminho que nos conduz a um abismo sem volta. Não dá para seguir com uma educação alienada da situação global da Terra e da vida. Não seria responsável e nem estaria à altura dos desafios atuais. Agora não temos uma arca de Noé que salve alguns e deixa perecer os demais. Ou nos salvamos todos ou pereceremos todos. Por isso a importância dos valores do cuidado, do respeito pela vida, da responsabilidade por tudo o que fazemos em termos dos bens essenciais à vida, como água, fibras, solos, ar, alimentos etc. Esse debate deve ser levado aos estudantes para que sejam ativos e não passivos diante da gravidade da situação geral do planeta.

Aprender a cuidar

Conheça mais sobre o Leonardo Boff. Acesse o site do palestrante e conheça um pouco mais sobre suas obras e pensamentos!
 www.leonardoboff.com
Confira a PROGRAMAÇÃO completa do evento.
Crédito da Entrevista: jornalista Patrícia Melo – Presença Comunicação Educacional

Nas fotos, alunos do Colégio Arquidiocesano nas Oficinas no Projeto de Educação Ambiental Cheirinho de Mato, com o professor José Bezerra.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Oficinas no Cheirinho de Mato:Caçar, comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME

Combata o comércio de animais silvestres, denuncie maus tratos e crimes ambientais.


Nunca compre animais silvestres


Se você presenciar ou souber de algum caso de comércio ilegal de animais silvestres, denuncie imediatamente. Além de ser considerado crime inafiançável, a prática é responsável pela morte de milhões de animais em todo o mundo.

A vasta biodiversidade do Brasil torna o país um dos principais alvos dos traficantes de animais. Esses criminosos movimentam cerca de 10 a 20 bilhões de dólares em todo o mundo, colocando o comércio ilegal de animais silvestres na terceira maior atividade ilícita do mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas.


Os animais são retirados do seu habitat ainda filhotes e percorrem muitos quilômetros até chegar ao seu destino (muitas vezes em outros países). As péssimas condições e os maus tratos de traficantes fazem com que a maior parte esses animais morram no caminho e colocam em risco não apenas a existência da espécie, como também a de todos os animais que fazem parte da sua cadeia alimentar.


Você pode ajudar a quebrar esse comércio. Se souber de algum caso de venda de animais silvestres se informe se ele tem a autorização do IBAMA. Se não tiver, avise ao Pelotão Ambiental de Sergipe (tel.79-32488306) ou ligue para o IBAMA através da Linha Verde (tel. 0800 61 8080).

Confira algumas dicas do IBAMA para combater o tráfico e animais:
  • Não compre animais silvestres;
  • Não compre artesanatos que possuam partes de animais silvestres; salvo se o artesanato for certificado como procedente do manejo sustentável;
  • Denuncie traficantes;
  • Mesmo que fique com pena do animal nas mãos do traficante, não o compre, se o fizer você somente estará incentivando o tráfico;
  • Se tiver um animal silvestre não o solte simplesmente, entre em contato com a unidade do IBAMA mais próxima.




Caçar, comercializar ou manter animais silvestres em cativeiro é CRIME.
O projeto Cheirinho de Mato é parceiro do IBAMA, da SEMARH e do Pelotão Ambiental.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Projeto Cheirinho de Mato: Dia da Terra

O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.

Fotos dos Projetos "Cheirinho de Mato" e "Click Trilha", autoria e execução do professor José Bezerra
“A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”
Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra converteu-se em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.
Fonte: Wikipédia

domingo, 21 de abril de 2013

Práticas e Atitudes Sustentáveis


Vamos aprender a plantar árvores?

As árvores são importantes no nosso dia-a-dia e estão em toda a parte. No lápis e no papel que  usamos, em telhados e móveis de nossas casas, embalagens e até no carvão do nosso churrasco. 
 

No entanto a árvore não serve só para isso… Ela nos dá sombra, alimento e abrigo para animais, embelezam nossos dias com suas flores e nos alimentam com seus frutos.


Elas são tão importantes para o nosso País, que o nome Brasil foi originado de uma árvore… o Pau-Brasil!
  

Existem diferentes tipos de árvores, algumas servem para nos alimentar, são as árvores frutíferas: goiabeira, jabuticabeira, amoreira, pitangueira, açaizeiro, cajueiro e muito mais. 


Outras são ornamentais, embelezam o lugar, o ambiente: ipê, quaresmeira, abricó de macaco, cedro e outras.


 E ainda existem as árvores medicinais, como a aroeira, pata de vaca, espinheira santa, elas são usadas como remédios e ajudam a tratar de muitas doenças.



Além de vários tipos, as árvores têm formas, tamanhos e cores diferentes. Muitas são símbolos  de seus estados, como a erva mate, no Rio Grande do Sul , o jequitibá rosa, em São Paulo  e a mangabeira, em Sergipe.




Fonte: www.fundacaoxuxameneghel.org.br

domingo, 7 de abril de 2013

Oficinas no Cheirinho de Mato: Que tal uma composteira?

Você sabia que o chamado lixo úmido na forma de restos de alimentos, quando misturado aos rejeitos sólidos recicláveis podem inviabilizar o reaproveitamento desses materiais?


Então, porque não considerar a possibilidade de fazer a compostagem dos restos orgânicos em casa?


Não, não é difícil, não dá tanto trabalho, não provoca cheiros desagradáveis, nem atrai bichos indesejáveis como ratos, moscas e baratas.
  

Claro que a melhor solução é não produzir restos de comida em casa, evitando desperdícios. 


De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) um terço dos alimentos produzidos anualmente no mundo todo vai para o lixo. 


Países industrializados e os que estão em desenvolvimento desperdiçam quase a mesma quantidade de alimentos todos os anos, ou seja, 670 e 630 milhões de toneladas, respectivamente.


Mas aquelas sobras de comida inevitáveis e mais cascas de alimentos, talos de verduras, borra de café e até guardanapos e toalhas de papel usados podem se transformar em material útil na forma de adubo – o húmus – para fertilizar uma horta ou para colocar nos vasos de plantas.


Para ter uma composteira em casa você precisa entre outros materiais fáceis de encontrar de um recipiente adequado (pode ser uma lata de lixo sem uso) e algumas minhocas. Sim, inofensivas minhocas. São elas que vão fazer o trabalho pesado de acelerar o ciclo natural de decomposição de matéria orgânica.


Se animou? Então baixe o Guia de compostagem caseira, cartilha que a jornalista Raquel Ribeiro preparou e está disponível gratuitamente na internet. 

  

Simples, mas muito bem escrita, a publicação tem tudo o que é preciso para sua pequena usina de compostagem. E seja bem-vindo ao clube da minhoca amiga.


Fonte: Planeta Sustentável, Afonso Capelas Jr.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Alunos do Colégio Arquidiocesano ensinam a cuidar do meio ambiente

 Lucas Lordêlo Vivas, Stacy Menezes Santana, Alícia Galvão Agostinho e a reporter Emely Silva.
Na semana da água as crianças assistiram a uma linda peça de teatro que abordava o desperdício, a importância da água e as simples ações diárias que podem fazer a diferença para nosso planeta. Ao final, a reporter Emely Silva, da DESO, entrevistou os alunos Lucas Lordêlo Vivas, Stacy Menezes Santana e Alícia Galvão Agostinho, que “fizeram bonito”, mostrando que compreenderam a essência da peça e aprenderam bastante nas oficinas no Projeto Cheirinho de Mato com o prof. José Bezerra.

 Peça de teatro 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Oficinas no Cheirinho de Mato: O que os alunos aprendem com o minhocário?


No minhocário com o prof. José Bezerra os alunos aprendem a importância das minhocas para o solo e sua relação com o meio ambiente. Além disso, utilizam o húmus produzido pelas minhocas como adubo na horta orgânica.


O Minhocário é o local onde as minhocas se alimentam de material orgânico como restos de comida e o transformam em adubo orgânico caseiro que pode ser usado para manter uma horta e dar mais saúde às plantas. É também sinônimo de redução na quantidade de sacos de lixo na porta da sua casa e nos aterros sanitários.


Húmus é o produto resultante da matéria orgânica decomposta, a partir do processo digestório das minhocas, formando uma compostagem natural, agregando ao solo os restos de animais e plantas mortas e também seus subprodutos.


Diante dessas propriedades, a formação do húmus (chamado humificação) repõe os minerais no solo, corrigindo a debilidade de nutrientes proporcionalmente às necessidades dos vegetais, tornando a terra mais estável e apropriada para as mais diversas culturas, ou seja, um excelente fertilizante.


A medida que as minhocas se deslocam, escavando galerias nas camadas dos substratos, promovem além da assimilação da matéria orgânica, condições para que haja penetração de gases da atmosfera (arejamento do solo), e infiltração hídrica juntamente à percolação de elementos químicos.


Aspectos esses fundamentais ao desenvolvimento de uma planta, realizando absorção de água, nutrientes e também respiração através das raízes.


As minhocas e outros seres vivos representam um papel biológico muito importante nos ecossistemas, auxiliando na ciclagem da matéria, tornando disponíveis os elementos químicos às relações ecológicas.


Minhocasa
Os "detritos" de uma casa são frequentemente vistos como problemas de descarte, e não como recursos. Pensando nisso, foi criada uma incrível tecnologia para decompor restos de comida que, são oferecidos como alimento para as minhocas.
Essa técnica, chamada de minhocasa, é uma alternativa para reduzir a quantidade de lixo orgânico gerado constantemente por nós seres humanos.


A minhocasa é muito simples de fazer. Com uma estrutura de três caixas, onde uma serve de minhocário, a outra serve de composteira e uma terceira serve de coletor de chorume. Sua vantagem é a possibilidade de criar minhocas para produção de húmus e fazer a compostagem em locais pequenos como apartamentos. A compostagem é uma prática que transforma o lixo orgânico em adubo.


O chorume pode ser borrifado em cultivos vitimados por insetos ou diluído na água do regador e se tornar um fertilizantes líquido.
(Fonte: Agricultura urbana na prática)